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Guelcos - A melhor consultoria de importação da China

Visto para a China 2026: Brasileiro Precisa? Tipos e Como Tirar

  • Importação
Passaporte com visto e mapa-múndi para viagem à China
  • Vinicius Marques
  • maio 17, 2021
  • Atualizado em 13 de junho de 2026

Se você vai à China a negócios — visitar a Canton Fair, conhecer fábricas em Yiwu ou fechar com fornecedores — a primeira pergunta é sempre a mesma: preciso de visto? A resposta mudou (e a seu favor): desde 2024, brasileiros estão isentos de visto para a China em estadias de até 30 dias, válido para turismo, negócios, visitas e trânsito. Essa isenção está em vigor até 31 de dezembro de 2026.

Na prática, isso significa que a maioria das viagens de negócios à China — que raramente passam de duas ou três semanas — dispensa qualquer pedido de visto. Mas há exceções importantes: estadias acima de 30 dias, trabalho, estudo e alguns propósitos específicos ainda exigem visto. Este guia explica quando o brasileiro precisa (e quando não precisa) de visto para a China em 2026, os tipos de visto, como tirar passo a passo, quanto custa e os cuidados para a viagem de negócios.

Importante separar dois cenários desde já. O primeiro é a viagem curta — ir à feira, conhecer fornecedores, auditar uma fábrica — que hoje, para o brasileiro, é praticamente livre de burocracia de visto. O segundo é a permanência longa ou com vínculo — montar uma operação na China, trabalhar, estudar — em que o visto não só é exigido como exige planejamento e documentação específica. Confundir os dois é o erro que faz o viajante perder tempo no consulado quando não precisaria, ou embarcar sem o visto certo quando precisaria. Ao longo do guia, deixamos claro em qual cenário cada regra se aplica.

⚠️ Política temporária — confirme antes de viajar

A isenção de visto de 30 dias para brasileiros é uma medida unilateral da China com validade até 31/12/2026 (já foi prorrogada uma vez). Regras de imigração mudam — sempre confirme as condições atuais na Embaixada/Consulado da China ou na companhia aérea antes de comprar a passagem.

📌 O que você vai aprender

  • Se o brasileiro precisa de visto para a China em 2026
  • Como funciona a isenção de 30 dias e até quando vale
  • Os tipos de visto (L, M, Q, Z, X) e quando cada um é exigido
  • Como tirar o visto passo a passo, documentos, custo e prazo
  • Se precisa de visto para a Canton Fair e visitas a fábricas

Resumo executivo (TL;DR)

  • Isenção até 30 dias: brasileiros não precisam de visto para estadias de até 30 dias (turismo, negócios, visita, trânsito), válida até 31/12/2026.
  • Quando precisa de visto: estadias acima de 30 dias, trabalho (Z), estudo (X) ou propósitos específicos exigem visto correspondente.
  • Tipos principais: L (turismo), M (negócios/comércio), Q (visita a familiares), Z (trabalho), X (estudo).
  • Custo e prazo: visto de entrada única em torno de R$ 475, com prazo de alguns dias úteis (mais rápido no serviço expresso).
  • Para negócios: a viagem típica à Canton Fair ou a fábricas (1-3 semanas) está coberta pela isenção — basta passaporte válido por 6+ meses e comprovantes de saída/hospedagem.
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Neste guia

  1. Brasileiro precisa de visto para a China em 2026?
  2. Como funciona a isenção de 30 dias e até quando vale?
  3. Quando o brasileiro ainda precisa de visto?
  4. Quais os tipos de visto para a China?
  5. Como tirar o visto para a China (passo a passo)?
  6. Quais documentos são necessários?
  7. Quanto custa e quanto tempo demora o visto?
  8. Preciso de visto para a Canton Fair ou para visitar fábricas?
  9. Trânsito sem visto: como funciona?
  10. Hong Kong e Macau: preciso de visto separado?
  11. Dicas para a viagem de negócios à China
  12. Perguntas frequentes

Brasileiro precisa de visto para a China em 2026?

Para a maioria das viagens, não. Desde 2024 a China concede aos brasileiros isenção de visto para estadias de até 30 dias, abrangendo turismo, negócios, visitas a familiares e trânsito. A medida foi prorrogada e está válida até 31 de dezembro de 2026. Ou seja: se sua viagem à China dura menos de um mês e tem um desses propósitos, você embarca apenas com o passaporte.

Isso é uma mudança enorme para o importador brasileiro. Antes, ir à Canton Fair ou visitar fábricas exigia agendar o visto no consulado com antecedência, pagar a taxa e torcer pelo prazo. Hoje, a viagem de negócios padrão — que costuma durar de uma a três semanas — está totalmente coberta pela isenção. O visto só volta a ser obrigatório em situações específicas, que detalhamos adiante.

A isenção faz parte de um movimento mais amplo da China de abrir as portas a viajantes de negócios e turistas após os anos de fechamento da pandemia. O país ampliou a lista de nações com isenção, estendeu prazos de trânsito sem visto e simplificou processos — tudo para reaquecer o comércio e o turismo. Para o Brasil, que é um dos maiores parceiros comerciais da China, a medida reduz drasticamente o atrito de quem precisa ir à origem validar fornecedores, negociar e acompanhar a produção de perto.

Como funciona a isenção de 30 dias e até quando vale?

A isenção permite a entrada na China sem visto para uma estadia de até 30 dias por entrada. Os propósitos cobertos são turismo, negócios (reuniões, feiras, visitas comerciais), visita a familiares e amigos, intercâmbio cultural e trânsito. Para usá-la, o viajante precisa atender a requisitos básicos:

  • Passaporte válido por pelo menos 6 meses a partir da data de entrada.
  • Comprovante de saída do país dentro do prazo (passagem de volta ou de continuação).
  • Comprovante de hospedagem ou endereço de permanência na China.
  • Propósito compatível com os permitidos (negócios e turismo entram; trabalho remunerado, não).

O ponto a fixar: a isenção é uma política temporária e unilateral da China, com data de validade (31/12/2026) e sujeita a prorrogação ou alteração. Por isso, mesmo dispensando o visto, vale confirmar as condições vigentes na embaixada ou na companhia aérea antes de viajar — regras de imigração podem mudar de um ano para o outro.

Quando o brasileiro ainda precisa de visto?

A isenção não cobre tudo. Você ainda precisa solicitar visto se sua viagem se encaixar em algum destes casos:

Situações que exigem visto mesmo com a isenção em vigor

  • Estadia acima de 30 dias. Passou do limite por entrada? Precisa de visto.
  • Trabalho remunerado na China (visto Z). Atuar profissionalmente, ser contratado por empresa chinesa.
  • Estudo / intercâmbio longo (visto X). Cursos e programas acadêmicos acima do período de isenção.
  • Residência ou permanência prolongada. Morar, abrir empresa com presença contínua, etc.
  • Propósitos fora da lista isenta (ex: jornalismo, alguns tipos de missão oficial).

Para o importador, a regra é simples: viagem curta de prospecção, feira ou auditoria de fábrica → isenção. Mudança para a China, estágio longo em fornecedor ou trabalho formal → visto. Na dúvida sobre o enquadramento, o consulado é a fonte oficial.

Skyline de Xangai à noite, destino de viagem de negócios na China
Com a isenção de 30 dias, a viagem de negócios à China — Cantão, Xangai, Yiwu ou Shenzhen — ficou muito mais simples para o brasileiro. Foto: Pexels

Quais os tipos de visto para a China?

Quando o visto é necessário, ele tem uma categoria conforme o propósito da viagem. As principais para quem viaja a negócios ou turismo:

TipoPropósitoQuem usa
LTurismoViagem de lazer acima de 30 dias
MNegócios e comércioAtividades comerciais, feiras, reuniões longas
FIntercâmbio / visita não comercialVisitas culturais, científicas, educacionais
QVisita a familiaresParentes de cidadãos ou residentes chineses
ZTrabalhoProfissional contratado para trabalhar na China
XEstudoEstudantes em programas acadêmicos

Para o empresário que precisa de visto por exceder os 30 dias ou por atividade comercial intensa, o visto M (negócios) é o mais comum. Ele normalmente exige uma carta-convite de uma empresa chinesa — algo que um parceiro local consegue providenciar com facilidade.

Cada visto ainda tem três variáveis que definem o uso: número de entradas (única, dupla ou múltipla), validade (período em que pode ser usado, de meses a anos) e duração de cada estadia (quantos dias por entrada). Quem viaja com frequência à China a negócios costuma buscar o visto M de múltiplas entradas e validade longa, evitando refazer o pedido a cada viagem. A combinação certa depende do seu padrão de viagem — e o consulado define o que conceder com base na documentação apresentada.

Como tirar o visto para a China (passo a passo)?

Se a sua situação exige visto, o processo é feito pelo Centro de Solicitação de Visto da China (CVASC) ou pelo consulado. O passo a passo padrão:

  1. Identificar o tipo de visto correto conforme o propósito (M para negócios, L para turismo longo, etc.).
  2. Preencher o formulário oficial online de solicitação de visto, com os dados da viagem.
  3. Reunir a documentação exigida (passaporte, foto, comprovantes, carta-convite quando aplicável).
  4. Agendar e comparecer ao centro de visto (CVASC) para entrega dos documentos e coleta de biometria.
  5. Pagar a taxa do visto conforme o número de entradas e a urgência escolhida.
  6. Acompanhar e retirar o passaporte com o visto, no prazo informado (normal ou expresso).

O detalhe que mais atrasa pedidos é documentação incompleta — especialmente a carta-convite no visto de negócios. Por isso, organizar tudo antes de agendar o atendimento economiza uma ida a mais ao centro de visto. Na carta-convite do visto M, o convite parte de uma empresa registrada na China, informando o propósito da visita, as datas e a relação comercial — exatamente o tipo de documento que um parceiro com operação local emite rapidamente, evitando que o pedido emperre por falta de respaldo do lado chinês.

Quais documentos são necessários?

Para a viagem com isenção (até 30 dias), o essencial é passaporte válido por 6+ meses, comprovante de saída (passagem) e de hospedagem. Já para a solicitação formal de visto, a lista é mais longa:

  • Passaporte válido por pelo menos 6 meses, com páginas em branco.
  • Formulário de solicitação preenchido e assinado.
  • Foto recente no padrão exigido (fundo branco).
  • Passagens aéreas de ida e volta (ou itinerário).
  • Reserva de hospedagem para todo o período.
  • Carta-convite de empresa chinesa (visto M de negócios) ou comprovantes correspondentes ao tipo de visto.
  • Comprovante de vínculo e renda no Brasil, quando solicitado.

Quanto custa e quanto tempo demora o visto?

O custo varia conforme o número de entradas (única, dupla ou múltipla) e a urgência. Para entrada única, o valor em 2026 fica em torno de R$ 475, podendo subir com serviço expresso e taxas do centro de solicitação. O prazo padrão de processamento é de alguns dias úteis, com opções mais rápidas pagando a mais.

Vale lembrar: com a isenção de 30 dias em vigor até o fim de 2026, a maioria dos importadores não terá esse custo nem esse prazo para a viagem de negócios típica. O gasto com visto só entra na conta de quem vai ficar mais de um mês ou se enquadra nas exceções.

Mesmo sem o custo do visto, vale orçar a viagem com antecedência: passagens para a China oscilam bastante de preço conforme a época — e os períodos de feira, como a Canton Fair, encarecem voos e hotéis na região de Cantão. Reservar com semanas de antecedência e considerar voar para um aeroporto próximo (Hong Kong, por exemplo) costuma render economia relevante na conta total da missão.

Preciso de visto para a Canton Fair ou para visitar fábricas?

Esta é a dúvida número um de quem importa — e a resposta é a melhor possível: para a viagem padrão à Canton Fair ou a visitas de fábrica, não é preciso visto, desde que a estadia não passe de 30 dias e ocorra dentro da vigência da isenção (até 31/12/2026). A Canton Fair tem três fases que somam cerca de um mês, mas o importador raramente fica todas — costuma ir à fase relevante para o seu setor, de poucos dias a duas semanas.

Atenção a um caso de borda: se o seu plano é emendar as três fases da Canton Fair com semanas de visitas a fornecedores e passar dos 30 dias na China continental, aí sim o visto volta à mesa. Nesse cenário, ou você fraciona a viagem (com uma saída e reentrada, respeitando as regras de imigração), ou solicita o visto M de negócios antes de embarcar. Para a esmagadora maioria das missões, porém, o prazo de 30 dias é mais que suficiente.

Se você está planejando a missão, vale combinar a ida à feira com visitas a fornecedores e a inspeção de fábricas no mesmo período, aproveitando a viagem. Para planejar a agenda, datas e logística, veja nossos guias da Canton Fair, do mercado de Yiwu e o panorama das feiras da China em 2026.

“A isenção de visto tirou a maior barreira de quem nunca tinha ido à China. Hoje o importador decide ir à Canton Fair e em uma semana está embarcando, só com o passaporte. O que faz a diferença na viagem não é mais o visto — é ter uma agenda de fornecedores montada antes de pisar lá.”

— Vinicius · Growth e Canton Fair · Guelcos

Trânsito sem visto: como funciona?

Além da isenção de 30 dias para brasileiros, a China mantém políticas de trânsito sem visto para passageiros em conexão a um terceiro país. Em diversos aeroportos (como Pequim, Xangai e Guangzhou), é possível permanecer por um período de trânsito sem solicitar visto, desde que se comprove a continuação da viagem. A província de Hainan também tem regra própria de entrada sem visto.

Para o brasileiro, porém, o trânsito sem visto perdeu relevância prática enquanto a isenção de 30 dias estiver valendo — afinal, ela já cobre a entrada normal no país. O trânsito sem visto fica como alternativa para casos muito específicos de conexão, ou para quando a isenção de 30 dias não se aplicar. Vale notar que a China também ampliou recentemente o prazo de trânsito sem visto em vários portos de entrada, parte do mesmo esforço de facilitar a chegada de viajantes internacionais — mais um sinal de que o país está abrindo as portas ao comércio e aos negócios.

Hong Kong e Macau: preciso de visto separado?

Aqui mora uma confusão comum do importador. Hong Kong e Macau são Regiões Administrativas Especiais da China, com regras de imigração próprias e independentes da China continental. Na prática, isso significa três sistemas distintos:

DestinoRegra para brasileirosObservação
China continentalIsenção até 30 dias (até 31/12/2026)Inclui Cantão/Guangzhou, Yiwu, Shenzhen, Shanghai
Hong KongIsenção de visto (estadias de turismo/negócios)Sistema de imigração próprio
MacauIsenção de visto (estadias de turismo/negócios)Sistema de imigração próprio

O detalhe operacional: cruzar de Hong Kong para a China continental (ou vice-versa) conta como uma nova entrada em cada território. Se você desembarca em Hong Kong — onde a Guelcos tem escritório próprio — e depois segue para Shenzhen ou Cantão, está fazendo duas entradas em dois sistemas diferentes, cada uma com sua contagem de prazo. Para a logística de uma viagem que combina HK e o continente, isso precisa entrar no planejamento, especialmente se a estadia total for longa.

Executiva em aeroporto embarcando para viagem de negócios à China
Sem a barreira do visto, o que define o sucesso da missão é a preparação: passaporte válido, agenda de fornecedores e logística montadas antes de embarcar. Foto: Pexels

Dicas para a viagem de negócios à China

  • Passaporte com folga de validade. Garanta 6+ meses e páginas em branco antes de marcar a viagem.
  • Agenda montada antes de embarcar. Feira, fornecedores e inspeções definidos — a viagem rende muito mais com roteiro pronto.
  • Apps e pagamentos locais. WeChat e Alipay são quase obrigatórios; deixe configurados antes de chegar.
  • Internet e tradução. Tenha VPN e app de tradução prontos — muitos serviços ocidentais são bloqueados na China.
  • Apoio local. Um parceiro com escritório na China resolve carta-convite, intérprete, transporte e agenda — e transforma a viagem em resultado.
  • Cartões e dinheiro. Leve algum yuan em espécie e cartões internacionais; nem todo estabelecimento aceita cartão estrangeiro, e os apps locais resolvem o resto.

Vai à China conhecer fornecedores ou à Canton Fair e quer uma agenda de fábricas validadas esperando por você? Conheça a imersão guiada da Guelcos e aproveite a viagem ao máximo.

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Perguntas frequentes

Brasileiro precisa de visto para a China em 2026?

Para estadias de até 30 dias (turismo, negócios, visita ou trânsito), não. A China concede isenção de visto a brasileiros até 31 de dezembro de 2026. Acima de 30 dias, ou para trabalho e estudo, o visto continua obrigatório.

Preciso de visto para ir à Canton Fair?

Não, para a viagem padrão. Como a maioria das idas à Canton Fair dura de poucos dias a duas semanas, a viagem está coberta pela isenção de 30 dias — basta passaporte válido por 6+ meses e comprovantes de saída e hospedagem.

Quanto custa o visto para a China?

Quando necessário, o visto de entrada única fica em torno de R$ 475 em 2026, variando conforme o número de entradas e a urgência (o serviço expresso custa mais). Com a isenção de 30 dias, a maioria das viagens de negócios não tem esse custo.

Qual a diferença entre o visto L e o visto M?

O visto L é para turismo; o visto M é para negócios e atividades comerciais (reuniões, feiras, visitas a fornecedores). Para o empresário que precisa de visto por exceder 30 dias, o M é o mais indicado e costuma exigir carta-convite de empresa chinesa.

Quais documentos preciso para entrar na China sem visto?

Passaporte válido por pelo menos 6 meses, comprovante de saída do país dentro do prazo de 30 dias (passagem de volta ou de continuação) e comprovante de hospedagem. O propósito deve ser um dos cobertos pela isenção (turismo, negócios, visita ou trânsito).

A isenção de visto é permanente?

Não. É uma política unilateral e temporária da China, válida até 31 de dezembro de 2026 (já prorrogada uma vez). Por ser sujeita a mudança, confirme sempre as regras vigentes na Embaixada/Consulado da China ou na companhia aérea antes de viajar.

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Vinicius Marques
Escrito por Vinicius Marques Sócio · Head of Growth

Sócio e Head of Growth da Guelcos International. Há mais de uma década entre Brasil e China — viveu em Shenzhen, estudou mandarim e estrutura operações de importação para empresas brasileiras. É também founder da HeyShip, primeiro BI de importação do Brasil.

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